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29
jul

Unifipa é homenageada no NAENERGIA, evento da área energética da ACE

O Centro Universitário Padre Albino-Unifipa foi um dos homenageados no evento NAENERGIA, promovido pela Associação Comercial e Empresarial de Catanduva (ACE) na última quarta-feira (27), que selecionou 12 empresas destaques, cada uma em suas categorias, sempre voltadas à área energética. Os cursos de Direito e Administração, em parceria com a ACE, formaram um núcleo para discutir o tema 'energia' e o coordenador do curso de Direito, Luís Antonio Rossi, representando a Unifipa, recebeu o troféu ‘Destaque em projetos especiais na área de Energia na formação acadêmica’. “A magnitude do evento dá importante impulso ao nosso inédito projeto mantido entre os cursos de Direito e Administração e a ACE, ampliando a interação dos alunos com o setor empresarial, desenvolvendo de forma prática uma aprendizagem inovadora, especializada e fortemente conectada com as demandas contemporâneas do mercado de trabalho”, ressaltou Rossi, que destacou a relevância do evento, que entra para a história de Catanduva, "especialmente pela abordagem de temas relevantes, como tecnologia, eficiência energética, comercialização e mercado de energia, tratados por palestrantes de renome internacional”. Além de Luís Rossi, estiveram representando a Unifipa o Prof. Me. Antonio Agide Mota Junior, coordenador do curso de Administração e da Pró-reitora Acadêmica Profa. Dra. Silene Fontana. O NAENERGIA reuniu cerca de 160 representantes de empresas da região noroeste paulista para tratar sobre energia renovável, geração e o consumo de energia e como as grandes empresas podem migrar do mercado regulado para o mercado livre. Foi um dia inteiro de palestras e debates com especialistas da Auren Energia, Volt Robotics, Nord, SGS e Senai. Segundo a assessoria de comunicação da ACE, “o objetivo do evento foi estreitar os laços entre as multinacionais do setor energético e as empresas da região – tanto as geradoras de energia quanto as consumidoras. Em todo o noroeste paulista são mais de 9 mil indústrias que, dependendo da quantidade de energia consumida, podem fazer a transição energética através do mercado livre de energia”, diz a nota. Mercado Livre de EnergiaO coordenador do setor de Captação de Recursos da Fundação Padre Albino, Júlio Cesar Luís, também esteve presente no evento com o objetivo de estreitar laços com empresários da região. “Fazemos parte do mercado livre de energia elétrica e estamos habilitados a receber doação da energia elétrica excedente produzida pelas indústrias; já temos alguns parceiros que nos ajudam e eventos como o NAENERGIA possibilitam apresentar o trabalho da FPA para mais empresas que produzem sua própria energia elétrica’, disse Júlio. Fotos: Divulgação
25
jul

Alunos e egressos do Direito/Unifipa abordam punições para crimes de Cyberbullying em pesquisa

  A finalidade é demonstrar as consequências jurídicas, mais especificamente na área cível, do cyberbullying. Conclusão final será em 2023. Alunos do curso de Direito da Unifipa estão desenvolvendo o projeto de pesquisa “A responsabilidade civil pela prática de cyberbullying”, com orientação da Profa. Me. Márcia Maria Menin e de advogados formados pelo curso, que objetiva apontar as responsabilidades, sob a esfera jurídica, quando alguém utiliza a internet, em especial as redes sociais, para xingar, ameaçar, magoar ou humilhar, enviar ou adulterar fotos e dados pessoais que resultem em sofrimento ou com o intuito de criar meios de constrangimento psicológico e social (inciso VIII do artigo 3º da Lei 13185/15). “O estudo tem a finalidade de demonstrar, para além da comunidade acadêmico-científica, as consequências jurídicas, mais especificamente na área cível, do cyberbullying praticado por menores de idade, para que haja maior acompanhamento dos pais com relação a vida virtual de seus filhos, evitando, talvez, o que denomina-se abandono digital”, explica a orientadora. Apesar da sensação de segurança do ambiente virtual, o agressor está cometendo crime e pode ser punido por violar direitos da personalidade devidamente resguardados pelo Código Civil e pela Constituição Federal de 1988. Segundo a orientadora, “no que diz respeito ao direito civil temos duas consequências jurídicas: se o ato é praticado por pessoa maior e capaz ela poderá estar sujeita a ação de indenização, via de regra, por danos morais. Por outro lado, se o ato é praticado por filho menor ou maior e incapaz os pais ou representantes legais serão responsabilizados civilmente pelo ato danoso praticado”. O estudo também mostrará que as redes sociais utilizadas para o cyberbullying são corresponsáveis pelo crime do autor. “Após promulgação da Lei 12.965/14 – Marco Civil da Internet -  os provedores também poderão ser responsabilizados civilmente, ou seja, também poderão ser obrigados a indenizar a vítima do cyberbullying”, disse Márcia.Iniciado em maio deste ano, com duração de um ano, o projeto de pesquisa visa o contato com obras e artigos científicos para posteriormente os integrantes apresentarem, com autonomia, leituras e fichamentos sobre o tema. Participam os alunos Bernardo Castanheira e Amabily Cordeiro e, como egressos, os advogados Yuri Martins e João Vitor Mota.* O termo cyberbullying é formado a partir da junção das palavras cyber, palavra de origem inglesa e que é associada à comunicação virtual nas mídias digitais. Já bullying, tradução de bully para ‘valentão’. Assim, a pessoa que comete esse tipo de ato é conhecida como cyberbully.  
24
jun

Fundação faz pesquisa sobre Valores e apresenta peça sobre Padre Albino para colaboradores

A cultura de uma organização é variável crítica para implementação de sua estratégia para atingir seus objetivos. Segundo Octavio Calonge, da Sagitta Desenvolvimento, especialista em cultura organizacional, “os Valores e seus comportamentos observáveis são a linguagem que estabelece a identidade e sustentabilidade da Fundação e de seu fundador, mostrando a forma como os colaboradores devem ver e fazer as coisas”.   Diante disso, com apoio da Diretoria Executiva e estímulo do presidente Reginaldo Donizeti Lopes, foi criado grupo de trabalho para disseminação dos Valores da Fundação Padre Albino, integrado pelos setores RH, NEP/Núcleo de Educação Permanente, Atendimento ao Cliente-Humanização e Departamento de Comunicação. Esse grupo realizou pesquisa por amostragem nas unidades de negócio sobre o conhecimento dos Valores da Fundação Padre Albino. Todos os colaboradores que participaram do teste receberam o “pocket folder” dos Valores. Os dados foram tabulados em forma de gráfico e apresentados aos diretores e respectivas gerências/coordenação das unidades.   A gerente de RH, Tatiane Kratuti Devitto, informou que a pesquisa mostrou que 58,44% dos colaboradores conhecem os Valores e 40,42% os desconhecem. Para ela, o resultado indica que quase metade dos colaboradores não conhece a forma de se comportar dentro da instituição. “Se fizermos um paralelo com o trânsito, significaria que quase a metade da população não conhece suas regras, o que certamente se traduziria em caos, demora e aumento dos acidentes”, ressaltou o presidente Reginaldo Lopes.   Com base nesse resultado, a Diretoria Executiva aprovou a promoção da “visita do Padre Albino à Fundação” no período de 20 a 24 de junho, com apresentação da peça de teatro “Padre Albino: legado para uma cidade” pela Cia da Casa Amarela. A peça foi apresentada em duas sessões, às 10h e 15h30, na sala de espelhos do Complexo Esportivo “Prof. Ivo Dall’Aglio”, na Unifipa, e no Anfiteatro Padre Albino, para todos os colaboradores das unidades mantidas pela Fundação. O objetivo das apresentações foi aproximar os colaboradores dos Valores e do legado deixado por Padre Albino. “Muitos não conhecem a história dele e tampouco podem sentir a força e amor pela Fundação”, considerou Tatiane.   Antes da apresentação da peça, em cada sessão, membros da Diretoria Executiva agradeceram a presença dos colaboradores e disseram que o objetivo era ressaltar os Valores da Fundação. “É uma honra, mesmo que de forma fictícia, receber Padre Albino em sua Fundação. Ele vem para nos apresentar a sua história e os valores que sustentam o seu legado”, disseram. E explicaram: “Valor não é algo que se aprende em sala de aula. Valor se adquire principalmente com nossas experiências e o aprendizado deve ser continuo, a fim de evoluirmos, nos transformando em pessoas melhores. Devemos, também, aprender com os exemplos de pessoas ao nosso redor, e melhor exemplo do que a vida de Padre Albino não há. Que cada um de nós, no seu dia-a-dia, continue aplicando os Valores da nossa instituição e do nosso Padre Albino”. Na semana da apresentação da peça foi montada a exposição “Vida e obra de Padre Albino” nas dependências do Hospital Emílio Carlos e no Anfiteatro Padre Albino, organizada pelo Centro Cultural e Histórico Padre Albino. Nos meses de julho e agosto, de acordo com Tatiane Devitto, “o grupo de trabalho vai coordenar as Oficinas dos Valores, atividades envolvendo os colaboradores para trabalharmos e vivenciarmos sobre cada um dos nossos Valores, buscando atitudes importantes para aplicação ao negócio e com o objetivo de conectar a cultura organizacional aos processos internos”. Heloísa de Oliveira, auxiliar administrativo do Hospital Emílio Carlos, disse que “a peça foi algo, assim, que não tem explicação. É um sentimento que só você vendo para sentir. É algo profundo. Como filha de Catanduva não tinha noção da história de Padre Albino. Foi lindo e emocionante. A população deveria ter mais oportunidades para conhecer a história. Eu já sou privilegiada por trabalhar aqui. Depois dessa peça saio presenteada por saber que a instituição foi construída na base do amor, do humanismo, da essência que o mundo perdeu, que é o verdadeiro amor cristão”. “A peça, além de ser explicativa, traz conhecimento, além do que a gente já sabe do dia-a-dia da história de Padre Albino. Ela traz para a gente uma ilustração muito mais clara da bondade, da humanidade, da generosidade que Padre Albino teve para nossa cidade”, disse Nínive Mayara Ferraz, psicóloga do Hospital Emílio Carlos. Para ela foi “muito emocionante ver que uma pessoa se empenhou e se dedicou tanto para pessoas que nem eram da nacionalidade dele”. Para Cleber Alves, gerente financeiro da Fundação, Padre Albino é inspiração que ele traz no dia-a-dia. “Toda manhã, ao adentrar à Fundação, faço o sinal da cruz diante da imagem dele. Assistir essa peça, entender um pouco mais da história, só nos inspira a buscar levar o legado dele à frente, trabalhar com a mesma persistência que ele trabalhou e nos ensinou a trabalhar para conseguir fazer com que a Fundação cada vez mais evolua no tratamento aos pacientes, no apoio às pessoas necessitadas”.
02
jun

Pós-Doutor em História dos povos indígenas ministra palestra sobre “Direito Antidriscriminatório” na Unifipa

No último dia 1º de junho, o Centro Universitário Padre Albino/Unifipa promoveu palestra no Campus São Francisco sobre “Direito Antidiscriminatório”, ministrada pelo pós-doutor em História dos povos indígenas Dr. Álvaro de Azevedo Gonzaga. Alunos do curso de Direito, egressos e todos aqueles que visam defender direitos humanos tiveram a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos sobre o assunto. O objetivo do encontro foi construir uma dimensão antidiscriminatória. Enfatizando o assunto, Dr. Álvaro exibiu vários videoclipes de artistas famosos, como Emicida e Elza Soares em músicas que passam mensagem antidiscriminatória, mencionou também uma frase clássica de Ângela Davis - ”Não basta não ser racista, é preciso ser antirracista”. Em um dos pontos altos da presentação, Dr. Álvaro falou sobre paradoxos. “Quero fazer uma problematização para vocês e saudar determinados paradoxos que vivemos hoje no Brasil. Quero saudar a todos, inclusive aqueles que dizem que é o país da impunidade, mas não observam que nosso país tem uma das maiores populações carcerárias do mundo. Quero saudar aos mais de 90% que consideram um absurdo a corrupção e aos mais de 70% que praticariam tais atos se tivessem condições; aos mais de 98% que não acreditam no racismo no Brasil, mas que reconhecem 97% como racista; aos que acreditam que o Direito é instrumento de vingança e não de justiça; aos que entram na faculdade de justiça e sai da faculdade de Direito; aos que são cada vez mais oprimidos e dizem que a melhor maneira de resolver as coisas é oprimindo os outros; aos que acreditam que crime é traficar drogas mas não sonegar impostos; aos homofóbicos, que muitas vezes sublimam-se do sentires no ciclo da violência; as mulheres vítimas da violência doméstica, no país do patriarcalismo, aos paradoxais que acreditam que basta publicar no “Facebook” mas não curtem nem compartilham essas experiências na rua, faculdade ou em casa; aqueles que vivem no Brasil, 13ª economia do mundo e 89ª em desenvolvimento humano; aos que comparam o Brasil com a Europa, mas não querem que o Brasil adote as medidas sociais europeias; aos que comparam o Brasil com os Estados Unidos, mas querem manter a saúde gratuita; aos que defendem a pena de morte em um país que condena a pena de vida, muitos excluídos; saúdo aos que acham que o Brasil tem um judiciário que não anda quando perdemos apenas para Dinamarca e a Suíça quanto ao número médio de sentença por juiz; aos empregadores que flexibilizaram as leis trabalhistas e recuperaram seus escravos de outrora; ao jovem negro que entre 16 a 28 anos têm cinco vezes mais chance de ser morto ou preso do que os brancos que clamam pela “pena de morte” e redução da maioridade da pena que jamais lhe afetará; aos que acreditam em um direito universal enquanto as suas culturas não admitem ter as suas culturas impostas por pressupostos universais; saúdo aos que são consumidos pelo consumismo, ao pobre de direita, ao rico de esquerda, ao produtor que acredita na elite, ao elitista que produz falsos sonhos com planos de marketing perfeito; ao defensor da escola sem partido que aprendeu que em 64 foi uma revolução e querem que seus filhos acreditem na terra plana; aos brasileiros residentes no país da deseducação; quero saudar a todos seres humanos que aqui estão sempre revestidos de objetivos implícitos, porém externados no cotidiano”, finalizou. Neto de indígena, o palestrante informou que vem buscando sua ancestralidade e dimensão indígena, reconhecendo sua aldeia, seus parentes e sua etnia. O evento foi organizado pelo coordenador do curso, Prof. Dr. Luís Antônio Rossi e pela idealizadora do encontro, Profa. Me. Ivana Mussi Gabriel, e contou com a participação da pró-reitora Acadêmica da Unifipa, Profa. Dra. Silene Fontana. Os participantes também tiveram a oportunidade de conhecer a 2ª edição do livro “Decolonialismo Indígena”, do Dr. Álvaro, que tem prefácio do ex-presidente da Bolívia, Evo Morales, e que acaba de ser traduzido para o inglês e publicado em diversos países do mundo. Ao final, Dr. Álvaro autografou livros adquiridos pelos participantes e disse que se sente em casa quando está na Unifipa.   Sobre o palestrante Dr. Álvaro de Azevedo Gonzaga é pós-doutor em História dos povos indígenas pela UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados); livre-docente em Filosofia do Direito pela PUC-SP, pós-doutor em História das Ideias Jurídicas pela Faculdade de Direito a Universidade Clássica de Lisboa, pós-doutor em Democracia e Direitos Humanos – Direito Política, História e Comunicação pela Universidade de Coimbra, doutor, mestre e graduado e Direito pela PUC-SP, graduado em Filosofia pela USP, professor de graduação e do Programa de Estudos Pós-Graduados e Direito (PPGD) da PUC-SP, tanto no mestrado quanto no doutorado.

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